terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quem entra no PMDB

Paulo Titan - ex-deputado Federal e ex-prefeito de Castanhal

Zeca Pirão - ex-vereador e ex-candidato a Vice-prefeito de Belém em 2008

Italo Todd - Promotor de Rodeios e festas em Paragominas

Macarrão - ex-prefeito de Tailândia

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Zeca Pirão agora é 15

Participei na sexta-feira passada da filiação do ex-vereador Zeca Pirão, momento em que fiz uso da palavra e ressaltei a importância da candidatura própria do PMDB ao Governo do Estado e os discursos que vieram depois do meu foram no mesmo sentido. Cada vez mais acredito que lançaremos chapa majoritária forte nas próximas eleições. LAMBADA NELES

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Lugar de Mulher é na política

As mulheres não precisam apenas de um Espaço Político, mas sim de garantir sua participação no processo democrático.

Desde o principio da humanidade a mulher era e ainda é vista como um ser frágil e que não tem “capacidade” raciocínio-lógico de enfrentar situações que envolvam o poder, podemos dizer que o marco da vitória da mulher sobre a visão social machista aconteceu no dia 4 de fevereiro de 1932 quando foi constituído o voto feminino brasileiro que instituiu o Código Eleitoral Brasileiro, sendo esse direito assegurado na Constituição de 1934. Cabe lembrar que segundo as disposições transitórias, no artigo 121 do Código Eleitoral, as mulheres não eram obrigadas a votar só depois de anos lutando por direito iguais que finalmente conseguiu-se chegar em alguns dos objetivos inicias da luta das mulheres em ter direitos iguais.Os direitos de votar e de candidatar-se sem restrições não necessariamente foram produzidos juntamente, as mulheres americanas foram as primeiras a conseguir a proeza de conquistar o direito à serem eleitas em 1788, mas o direito de votar só foi adquirido em 1920.Desde daí já podemos perceber que mesmo a sociedade tendo dado tal espaço para a mulher de forma concreta restringiu seu crescimento no meio político,e só depois de 132 anos que as mulheres Américas conseguiram o direito de votar, esse é um dos exemplos de que nossa liberdade foi toldada de forma bastante brusca.Mesmo no século XXI ainda passamos por muitas exclusões tanto políticas quanto sociais, percebemos nitidamente a exclusão das mulheres na política, mesmo que estejamos vivendo em um país democrático pouco se percebe essa dita democracia, pois ainda é muito difícil vermos uma mulher liderando um partido ou ascendendo no poder.A representação feminina ganhou mais poder eleitoral depois que a ditadura militar teve fim e com isso a redemocratização do país recomeçou, parece que com o passar do tempo nossas vidas estão regredindo, pois são cada vez menores o números de Deputadas Federais e Senadoras eleitas, apenas 8 senadoras foram eleitas até 1996, porque será que isso vem acontecendo se a tendência seria acontecer o inverso?Isso só o tempo poderá nos dizer, mas com toda a certeza as mulheres vão continuar lutando por seu espaço e conseguiram subir cada vez mais em busca do poder que ainda está muito monopolizado.Afirmo com toda a certeza que a LUTA não cessara até cegarmos ao topo, onde é o lugar que todas deveríamos estar. E quando tivermos lá olharemos pra trás e perceberemos que mesmo com todo o histórico de sofrimento conseguimos vencer e que tudo isso é graça a força, coragem e garra que a mulher tem em seu interiorPor isso vamos mulheres vamos correr atras de tudo que almejamos conquistar,pois não iremos apenas contentarmos-nos com um “pequeno espaço na politica” mas sim com a participação da da mulher no precesso democratico politico.

Laís Gomes é Estudante de Direito da ESMAC e Membro da Juventude do PMDB/Pará

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Senado aprova web livre nas eleições

Senado aprovou nesta terça-feira (15) a liberdade na internet durante as eleições. A aprovação aconteceu por votação simbólica depois que o relator da reforma eleitoral, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), recuou e apresentou um novo parecer propondo a liberdade na internet durante as eleições. O projeto retornará agora para a Câmara, onde foram impostas restrições ao uso da internet. O texto original dos deputados enquadrava a web a regras de rádio e TV. Desta forma, não seria permitida a emissão de opinião e todos teriam que dar o mesmo espaço para todos os candidatos. O texto anterior do relator do projeto de reforma no Senado dizia que seria vedado aos portais e empresas de comunicação social veicular na web pesquisa que contenha manipulação de dados ou dar “tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que o justifique”. O novo texto de Azeredo retira as restrições à web impostas anteriormente e determina que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet – assegurando o direito de resposta”.Foi feito um acordo em plenário para a aprovação do novo parecer, já que os senadores Álvaro Dias (PSDB-PR) e Aloízio Mercadante (PT-SP), que tinham emendas defendendo a liberdade da web, apoiaram a modificação.O texto determina também a liberdade para “outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica”. A nova versão determina ainda que “as representações pela utilização indevida da internet serão apreciadas na forma da lei”.Para entrar em vigor em 2010, o projeto precisará ainda retornar para a Câmara, ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado no Diário Oficial da União até o dia 3 de outubro. Fonte: G1

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Padilha defende candidatura própria do PMDB


Após reuniões e encontros com a militância peemedebista em todo o Brasil, o presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional, deputado Eliseu Padilha, levou à cúpula partidária o resultado: a necessidade de ser realizado com urgência, o Congresso Nacional do Partido, com vistas a decidir o futuro político do PMDB e a avaliar a possibilidade dele ter sua própria candidatura à Presidência da República.

Para Padilha, é frustrante ver o maior partido, aquele que tem a maior militância, maior número de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores, não ter o seu próprio candidato a Presidência da República. “É absolutamente normal o maior partido ter o candidato e os menores o apoiarem”, afirmou.

Além disso, o presidente acredita que a candidatura própria do PMDB representaria o “Instinto de Preservação Partidária”, para continuar na condição de maior partido do Brasil.

“O PMDB deve estabelecer, um novo rumo, em conformidade com o momento histórico em que a política está sendo vivenciada”, ressalta Padilha. E, pensa que a única forma de virar esta página é apresentar uma proposta capaz de estimular o debate junto à sociedade brasileira, com temas que digam respeito ao século XXI, com transparência absoluta e interação com a base e com a sociedade.

Eleições 2010 – Além de apoiar indiscutivelmente a tese da candidatura própria do PMDB, Padilha afirmou que a possível candidatura à Presidência da República em nada prejudicará o compromisso que o partido tem de apoiar, no Congresso Nacional, o Presidente Lula, até o último dia de seu governo. No entanto, que fique claro que tal apoio não inclui nenhum compromisso de apoiar sua candidata, ou a candidatura de seu partido, à Presidência da República. “O PMDB ciente de sua magnitude, com a responsabilidade de ser o maior partido do Brasil, não pode se acomodar à desmoralizadora condição de periférico apoiador de governos”, concluiu.

Leia íntegra da entrevista com o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha, no site do Programa EAD/FUG:

http://www.ead.fugpmdb.org.br/projeto/noticias_detalhes.php?codigo_noticia=338

O PODER DA GENTE



Na Grécia antiga houve um filósofo, de nome Aristóteles, que definiu política como sendo “a arte da busca permanente das soluções para os problemas do povo”.
O tempo passou. E essa definição sobre política perpetuou-se, passando pelo chamado período das “trevas”, como dizem os historiadores, e chegou ao “iluminismo”, época em que as pessoas despertaram para novas idéias, que eram debatidas nos “cafés” e “salões” de Paris e em meio ao povo, que se encantava com a tese revolucionária, oriunda da Maçonaria, sobre a liberdade, igualdade e fraternidade entre os homens, e, ainda, a de que o poder poderia nascer do povo e em seu nome ser exercido, em favor do mesmo povo.
Mas, em meio a essa ebulição de idéias, havia uma outra tão fantástica quanto as demais e que, a rigor, as completava: a da democracia. E essa era tão notável que Rousseau – o seu maior filósofo, refletindo sobre ela concluiu: “se houvesse um povo de Deuses, governar-se-ia democraticamente. Um governo tão perfeito não é próprio dos homens”.
É óbvio que para alguns, essas novas idéias não passavam de utopia. No entanto para outros era uma revolução. De início, uma revolução do pensamento filosófico, mas, com o passar do tempo e estimuladas pela fome de alimentos, essas idéias ganharam eco e levaram o povo a promover a maior e a mais importante das revoluções da história da humanidade – a revolução francesa. Não só por que o rei e a rainha da França foram decapitados na guilhotina, juntamente com toda sua Corte, mas porque, a partir dela, o mundo mudou, graças a consolidação e disseminação das idéias de democracia e de república.
Todavia, e por razões das mais diversas, a tão sonhada república não vingou na França. E o general Napoleão Bonaparte, em nome da ordem e da disciplina, restaurou a monarquia e tornou-se imperador.
Contudo, a idéia de um “governo do povo, para o povo e pelo povo”, num sistema onde os poderes fossem independentes entre si e que tivesse como regra a liberdade, a igualdade e a fraternidade entre as pessoas, atravessou o Atlântico, e, do outro lado do mundo, fez surgir os Estados Unidos da América do Norte, cuja democracia e estrutura de Poder servem de modelo, até hoje, para muitas repúblicas democráticas.
Mas, em meio a todo esse processo de evolução política porque passou a humanidade, muitos estudiosos, apesar de concordarem com a definição aristotélica, entendem que política é, também, “a arte da convivência dos contrários”; e, mais modernamente, “a arte dos debates das idéias”.
É óbvio que, apesar de concordar com a definição de Aristóteles, não posso resistir à idéia de que política, além de ser “a arte da convivência dos contrários”, é, também, “a arte dos debates das idéias”; até porque, é no debate das idéias que é possível, efetivamente, surgirem as soluções para os problemas do povo, dos países e do mundo.
Certo está, portanto, Aristóteles, que, lá na Grécia antiga, enxergou a política como sendo uma arte de busca permanente da solução dos problemas do povo; como certos estão, também, os que entendem que é no debate das idéias que surge a luz para os novos caminhos do mundo.
Como se vê, a política foi, é e sempre será o instrumento de transformação da sociedade, que poderá ser para melhor ou para pior, dependendo apenas da gente. De cada um, para ser mais preciso.
Seja como for, por pior que as coisas possam parecer, o que não pode acontecer, jamais, são as pessoas perderem a capacidade de indignarem-se diante dos acontecimentos e de reagirem através do debate das idéias. Aliás, foi dessa forma que na década de oitenta derrubou-se o regime militar, e, no início dos anos noventa, cassou-se o mandato do Presidente Collor. Em ambos os casos, não houve a necessidade de ser dado nenhum tiro. Apenas utilizou-se o poder do verbo, no debate das idéias e no convencimento das pessoas.
Esse é o caminho, a meu ver. E que os jovens, como antigamente, voltem a fazer política nos grêmios estudantis, nos diretórios acadêmicos ou no bar da esquina, se for preciso. Discutindo, por exemplo, um novo pacto federativo para o Brasil, a atrofia dos Poderes da República, a deficiência do SUS nos municípios, a estrutura curricular do ensino, dentre outros.


O Artigo foi escrito e enviado pelo ex-deputado Federal Nicias Ribeiro

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

PMDB AVANÇA


Cada dia que passa, me convenço mais que o PMDB deve marchar em torno de uma candidatura própria ao Governo do Pará.

Os números de todas as pesquisas apontam o partido como preferência do eleitorado paraense. O deputado Jáder Barbalho aparece em todos os cenários com ampla vantagem em comparação ao segundo colocado, o que me faz crer que ele pensa muito na hipótese de sentir, de novo, o gostinho de disputar uma eleição majoritária.
Fico impressionado com o brilho nos olhos de velhos militantes, quando dizem com entusiasmo e, até mesmo com um ar saudosista, dos tempos de luta e glória do partido. Relembram fatos históricos das campanhas de 1982 e 1990.

Em 82, o PMDB enfrentou os resquícios da ditadura, com a chapa Carneiro/Passarinho, e, em 1990, o poder da máquina administrativa, dos meios de comunicação e do empresariado local, representados pela chapa do então prefeito da Capital, Sahid Xerfan.
Em ambos os pleitos, a agremiação, em clima de unidade e muita coragem, foi às ruas e junto com o povo do Pará, conduzindo o hoje deputado Federal Jader Barbalho ao maior cargo do Executivo Estadual.


Observo também à vontade dos mais jovens em viver aquilo que sempre escutaram falar, dos embates travados, do frio na barriga, do debate ideológico-programático.


O partido precisa desta candidatura para reafirmar o seu compromisso com o povo paraense, que é não apenas eleitoral. Antes disso, seria uma alternativa viável para solucionar os grandes problemas vividos pela população. Precisamos ter visão para perceber que, quem vive no passado e não constrói no presente, dificilmente terá futuro.


O partido deve mostrar que continua com os mesmos ideais de vanguarda do progresso e do desenvolvimento sendo, ao mesmo tempo, combativo em defesa das lutas do povo. Tenho a certeza de que travaremos o bom combate com uma candidatura própria que venha a suprir as necessidades do Pará.


Viva o MDB Velho de Guerra!


Foto tirada a pedidos da militancia peemedebista, já que também se encontra um pré-candidato de outro partido

O furo do ano

Virou palavrão a morte do ex-governador de Sergipe Sebastião Celso de Carvalho, 85, dias atrás. O Diário Oficial publicou o luto decretado pelo governador Marcelo Deda (PT) com sobrenome impublicável do falecido em quatro trechos. Celso Carvalho, como era conhecido, não tinha sorte: em abril, anunciaram a morte dele no rádio, julgando-o carta fora do... baralho.





Fonte: Claudio Humberto

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Reunião da JPMDB/Pará

Reunião de Presidentes das Juventudes do PMDB no Pará. Dia 11 de Setembro, na Sala Vip da Assembléia Legislativa.

Resumo do Twitter

- Jovens entre 12 e 18 anos são mais suscetíveis à evasão escolar e à violência - www.gabrielsouza.com

- A Juventude do PMDB-Pará agora no Twitter: www.twitter.com/jpmdb_pa

- Encontro Rural da Juventude FETAGRI: www.juventudeempauta.blogspot.com

- UNE defende 50% dos recursos do pré-sal para Educação

- Deveria ser uma atividade permanente da UNE o fomento de Assessoria Jurídica Popular dentro das Universidades. O projeto é fantástico